E mais um ano chega ao fim e com ele grandes recordações. O ano de 2011 foi o ano do extremo, ano de extremas alegrias e de extremas tristezas, porém, são as alegrias que posto em xeque, pois foram elas que fizeram o ano valer a pena.
Esse foi o ano do grito que estava engasgado: “EU PASSEEEEEI!” foi o que se ouviu logo em Janeiro e com ele uma nova vida, vida acadêmica, vida universitária, a vida de livros e das leituras intermináveis, vida de novos amigos, novos encontros e desencontros, uma vida que tem como testemunha a “Caixa de Concreto” mais querida, a minha amada Universidade, aquela ao qual me apaixonei, aquela que trouxe a magia do nono andar e suas peculiaridades, minha UERJ. E a história que já tanto me fascinava, agora se tornou o contorno dos meus dias. Quanto mais eu aprendo mais eu vejo o quanto eu ainda tenho que aprender. Meus olhos do Senso Comum foram trocados por olhos criteriosos, investigativos, argumentativos. Esse é o começo de uma longa trajetória como estudante de história, uma trajetória que tem tudo para ser inesquecível.
Além da benção profissional, o ano de 2011 concedeu a cura, a doença veio, porém, Deus mais uma vez se manifestou na minha vida e na vida da minha família. Agradeço a Deus pelo os meus pais e principalmente pela nossa caçula, pela nossa Aninha que enche de alegria os nossos dias. Irmã, digo isto todos os dias, mas não me canso de dizer que EU TE AMO! Você sempre será mais do que uma irmã, és minha filha, és minha amiga, meu tesouro, meu dengo, minha princesa, meu xodó! Agradeço a Deus por você existir!
Enfim, essa é a hora que eu começo a lembrar do ano e me emocionar, então mesmo tendo muito que falar, é melhor parar por aqui, pelo menos ficou registrado que esse ano foi um ano significativo. Obrigada a todos que fizeram parte desse ano que se passou e que venha 2012!